Bastidores
Por Narcizo Machado
Nesta sexta-feira, 12, os prefeitos das cidades integrantes do Consórcio Metropolitano de Transporte decidiram defender a assinatura das ordens de serviço para que as empresas vencedoras da última licitação iniciem suas operações.
A prefeita Emília Corrêa afirmou que a iniciativa lhe pareceu estranha. Segundo ela, Aracaju não acatará a decisão e a medida representaria um “retrocesso”.
A posição da prefeita levanta um questionamento inevitável: é o começo do fim do Consórcio?
Se o órgão existe justamente para a construção de decisões coletivas e um dos municípios, ainda que seja o maior deles, entende que não precisa seguir o que foi deliberado pela maioria, qual passa a ser a utilidade prática do Consórcio?
Mais do que uma divergência sobre a licitação do transporte público, o episódio abre um debate sobre os limites da governança compartilhada na Grande Aracaju.








