“Lutar pela democracia num país onde tem pessoas autoritárias gera um custo”, declara Rogério ao lado de servidora exonerada pela Emsurb

Foto: Reprodução/Redes Sociais

O senador Rogério Carvalho (PT) utilizou sua conta em uma rede social na noite desta quinta-feira, 29, para se posicionar sobre o caso que envolve Alícia Oliveira, uma das organizadoras da corrida pró-Lula, e que foi exonerada pela Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb).

No vídeo, Rogério, que está ao lado de Alícia e do advogado Josefhe Barreto, defendeu que ela “luta pela democracia”, mas isso, em ambiente com “pessoas autoritárias”, pode gerar um custo.

“Alícia fez o que todo brasileiro e toda brasileira deveriam fazer: lutar pela democracia. Mas, às vezes, lutar pela democracia num país onde tem pessoas autoritárias gera um custo. E o custo dela ter organizado uma manifestação livre, uma corrida em nome da democracia, da reeleição do presidente Lula, trouxe para ela o prejuízo da demissão por perseguição”, declarou.

O parlamentar afirmou que ela não irá ficar desempregada por esse motivo e que vai trabalhar para que ela volte a ter um emprego.

“Ela não vai ficar desempregada por causa disso. Todos nós vamos trabalhar para que ela volte a ter um emprego, tocar a vida e continuar lutando permanentemente pela democracia e pela defesa da vida, que é, em última instância, eh, o bem que a gente tem e o que a gente faz todos os dias”, disse Rogério.

Entenda

A Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) exonerou a servidora Alícia Oliveira, uma das organizadoras da corrida pró-Lula que foi motivo de repercussão nas redes sociais após um empresário ser denunciado por publicação com falas em tom de ofensas aos participantes da corrida.

Alícia confirmou a exoneração pelas redes sociais e também ao Portal Fan F1. Em nota enviada ao Portal Fan F1, a Emsurb afirmou que nomeações e exonerações de cargos comissionados “integram a dinâmica administrativa da gestão e são realizadas conforme critérios de conveniência e necessidade do servidor público”. Disse ainda que a decisão “tem caráter administrativo”, e que” respeita a liberdade de manifestação e as escolhas individuais de cada cidadão”.

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