Vestido na amarelinha da Nação, Lula pede seleção jogando “com alma”, “garra” e “para o povo brasileiro”

Foto: Redes Sociais/ Reprodução

Por Narcizo Machado

Neste sábado, 13, tem estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo, e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, amanheceu vestido com o símbolo nacional, a camisa da seleção, e pediu licença a Carlo Ancelotti para dar conselhos à “meninada” que nos representará na competição.

Ao som de Brasileirinho e com um tom bem “boleiro”, Lula pede “alma”, “garra” e uma seleção “jogando para o povo brasileiro”. O presidente lembra também da grande expectativa do país com o hexa e, mais especificamente, do povo da periferia.

Em tempos de polarização, a camisa da seleção brasileira se tornou instrumento de disputa política. A direita brasileira se arvora e se aponta como proprietária do verde e amarelo. E a grande realidade é que a esquerda demorou a acordar diante da resistência ao uso de um discurso “ufanista”. Ufanismo é o orgulho nacional exagerado, a paixão exacerbada que já levou a humanidade a cometer atrocidades.

Saindo do jornalismo e da política, e vestindo a brasilidade, para nós brasileiros, hoje é dia de coração “na ponta da chuteira”. Que a seleção atenda à convocação do presidente.

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