Caiado critica avanço do narcotráfico e destaca segurança pública de Sergipe: “Único estado seguro no Nordeste”

Em entrevista exclusiva concedida ao Jornal da Fan, da Rádio Fan FM, na manhã desta quarta-feira, 27, o pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, comentou sobre a segurança pública em Sergipe e afirmou que o estado é uma exceção no Nordeste em relação aos índices de violência e combate ao crime organizado. Vale ressaltar que a segurança pública é uma das principais pautas defendidas por Caiado durante sua gestão em Goiás.

Ao falar sobre o cenário sergipano, Caiado destacou que considera Sergipe o único estado seguro da região Nordeste. “Vocês são o único estado seguro no nordeste brasileiro, único, não tem um segundo estado seguro no Nordeste. Só vocês. Veja bem o que a vida aí com seus vizinhos hoje com o grau de invasão do narcotráfico, da convivência com o governo federal, de não ter uma política de combate ao narcotráfico”, afirma.

Na entrevista, o governador também criticou políticas públicas voltadas para a segurança e combate ao crime organizado no país. “Então você vê que esta maneira de realmente ficar com essas políticas populistas só às vésperas das eleições, já levou o Brasil a 20 anos de atraso, já levou o Brasil a 5 mandatos onde o que mais cresceu no Brasil não foi emprego, não foi conhecimento, não foi educação, foi exatamente o narcotráfico, foi exatamente a corrupção no Brasil”, explica.

Ronaldo Caiado também detalhou medidas adotadas em Goiás que, segundo ele, contribuíram para tornar o estado uma referência em segurança pública. Entre os pontos destacados estão o fortalecimento do sistema prisional, investimentos em inteligência e criação de batalhões especializados.

“O primeiro ponto foi conter a segurança pública, conter o comando das penitenciárias para que elas não fossem mais universidades do crime, para que o cidadão dentro da penitenciária não existisse, como na totalidade dos estados brasileiros, ele é o chefe do crime que manda matar as pessoas do lado de fora, que ele tem a proteção do estado por estar lá dentro da penitenciária e passa a ser o homem mais poderoso do país. Depois disso, nós formamos mil homens na inteligência e aí acoplamos a inteligência para a parte operacional. Na parte operacional formamos batalhões especializado”, finaliza.

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