Pastor Diego disputa vaga na Alese e promete combater perseguição religiosa: “Pastores estão sendo presos por estar pregando a palavra de Deus”

Foto: Eduarda Dias/Portal Fan F1

Durante convenção partidária do União Brasil nesta terça-feira, 4, o vereador e pré-candidado a deputado estadual Pastor Diego manifestou sua vontade de continuar projetos construídos em seu mandato na Câmara de Aracaju em nível estadual, através da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese).

Na ocasião, ele denunciou uma susposta opressão a comunidade evangélica no país e destacou que pretende combater o movimento em seu possível mandato como deputado estadual.

“O nosso projeto aqui é ampliar o que nós fazemos na cidade de Aracaju. Então, todos os projetos que nós apresentamos defendendo a família, a liberdade religiosa, os valores cristãos, as pautas em defesa da vida, as pautas em defesa da nossa fé. Tudo isso nós vamos ampliar para o nosso estado, porque o país hoje vive uma onda de perseguição religiosa, onde pastores estão sendo presos por estar pregando a palavra de Deus, cultos sendo suspensos por causa de som. Então, a defesa que nós fazemos em Aracaju, nós vamos ampliar para todo o estado de Sergipe”, disse o pré-candidato.

O vereador reforçou ainda sua defesa, na Câmara de Vereadores, à proibição de crianças em paradas LGBTQIAPN+ ao comentar sobre futuros passos para o segmento estadual.

“O nosso Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) já reconhece que a criança não pode ser exposta a ambientes que tenha ato obsceno, ambientes que não seja propício à sua faixa etária. Então, nós temos esse projeto que está em andamento para proteger a inocência de nossas crianças. As pessoas têm liberdade de fazer aquilo que bem entendem, mas as nossas crianças têm que ser respeitadas e preservadas”, defendeu.

O político também apoiou a criação de um banheiro específico para pessoas trans, cenário já defendido pelo pré-candidado em sua atuação como vereador. Segundo o pré-candidato, cada um tem que estar em seu “devido lugar”.

“Entendemos que, se for necessário, se cria um banheiro específico para o uso de pessoas trans, um uso alternativo masculino e feminino, mas que o banheiro feminino tem que ser usado por mulher e o banheiro masculino tem que ser usado por homem”, comentou.

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.