Em meio a pedidos de cassação, vereador Landinho afirma: “Houve um erro formal da Câmara”

Foto: divulgação

O vereador Landerrobson Ribeiro, conhecido como Landinho (União Brasil), comentou em entrevista ao Portal FanF1, na manhã desta sexta-feira, 16, os dois pedidos de cassação de mandato que tramitam contra ele na Câmara Municipal de Cristinápolis. As representações têm como base supostas ausências injustificadas às sessões legislativas ao longo de 2025. Este é o quarto mandato do parlamentar no Legislativo municipal.

Landinho afirmou ter faltado a 11 sessões, mas garantiu que todas as ausências foram devidamente justificadas, em sua maioria por motivos de saúde. Segundo o vereador, 2025 foi um ano marcado por diversos problemas médicos, incluindo uma queda de quase quatro metros de altura, além de procedimentos cirúrgicos.
“Foram 11 sessões. Todas as ausências foram justificadas. Enfrentei diversos problemas de saúde, oriundos de operações e cirurgias. Todas as faltas que tive na Câmara foram justificadas”, declarou.

De acordo com o parlamentar, a legislação permite a ausência de até um terço das sessões anuais, desde que as faltas sejam justificadas formalmente. Ele atribui os pedidos de cassação a uma falha administrativa da própria Câmara, que, segundo ele, não registrou nas atas as justificativas encaminhadas pelos vereadores, apesar de terem sido enviadas pelos canais institucionais.

“Confiei que as justificativas estavam sendo registradas em ata. Depois descobri que não estavam. Houve um erro formal da Câmara e também meu, por não ter conferido antes”, afirmou.

Landinho informou ainda que tem até o dia 25 de janeiro para apresentar sua defesa formal, que deve ser protocolada antes do prazo final. O vereador também anunciou que irá solicitar oficialmente a retificação das atas, para que constem as ausências justificadas.

Até o momento, segundo o parlamentar, a Câmara Municipal de Cristinápolis não se manifestou publicamente sobre o mérito das denúncias. As sessões legislativas devem ser retomadas no dia 15 de fevereiro, quando o caso poderá avançar para novas etapas.

Procurada pela reportagem, a assessoria da Câmara de Vereadores de Cristinápolis informou, por meio da presidência, que o Legislativo não irá se posicionar neste momento.

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