Em entrevista concedida ao Jornal da Fan nesta segunda-feira, 17, o advogado, professor e candidato ao Quinto Constitucional da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Sergipe (OAB/SE), Márcio Conrado, falou sobre a sua trajetória na advocacia e propostas para o pleito. Essa é a décima quinta de uma série que está sendo feita com os candidatos ao cargo destinado à advocacia no Tribunal de Justiça do Estado.
O advogado iniciou a entrevista explicando o que motivou a sua candidatura: “São mais de 20 anos de militância diária na advocacia, vivendo o interior e capital, são quase 16 anos dentro da minha instituição, a OAB, ocupando cargos estruturantes – fui conselheiro, presidente de Escola Superior, fui presidente de comissão, participei de comissões em nível nacional, como a como a do ensino jurídico- na parte acadêmica me dediquei muito ao conhecimento […] sou mestre e doutor em direito constitucional, sou um dos fundadores da Faculdade de Direito 8 de Julho. […] Baseado nessas três experiências: acadêmica, institucional e da militância, me fez enxergar que era também um momento que a gente poderia fazer algo enquanto representante do Quinto e motivado também por vários colegas que também me incentivaram a iniciar essa caminhada”, falou.
Na oportunidade, ele destacou a sua bandeira pela defesa da saúde mental. “Essa humanização, ela tem que atingir a todos, não só magistrados, servidores, mas tem que atingir a advocacia. Então, quando eu falo de saúde mental, é um trabalho de você melhorar os ambientes internos do tribunal”, na oportunidade, ele também destacou os seus eixos de proposta:
“São 11 eixos de propostas. […] [É preciso] respeitar as prerrogativas dos advogados, defender a busca de honorários justos e valorização da advocacia dativa. O Poder Judiciário deve chegar a todos os municípios de uma maneira eficiente, garantindo que o alvará seja tempestivamente retirado e não se espere seis meses para ter um alvará em mãos. A gente tem que trazer um brilho maior [à saúde mental] […] Isso requer uma palavra chamada humanização. Eu estou me propondo a fazer isso e apresentei propostas nesse sentido. O Zap do desembargador é uma solução, agendamento eletrônico é outra solução, a criação de plataformas virtuais para que o advogado do interior interaja comigo diuturnamente. Eu estou aí defendendo um programa que é inédito, o TJ mais acessível, [para] poder premiar as pessoas que têm, que venham com boas práticas de acessibilidade ao tribunal”.
Questionado se mudaria de lado caso passe para o outro lado do balcão, ele responde: “Cada um tem sua história, seu percurso e seus valores. […] A advocacia está vendo quem efetivamente conhece e faz por ela e eu acho que eu estou preparado e fiz muito pela advocacia para poder estar qualificado a receber o seu voto, o seu abraço e, acima de tudo, o seu crédito”, disse.
Márcio finalizou a entrevista pedindo o voto aos colegas advogados: “Eu percorri esse estado inteiro e percebi cada dor e cada desafio que você quer entregar a esse representante do Quinto Constitucional. Eu estou devidamente preparado para qualificar esse tribunal, fazendo com que todos esses desafios e essas dores sejam efetivamente colocadas em prática […] dia 19, quando amanhecer, na quarta-feira, lembrando do Quinto, você vai votar cinco, você vai votar em Márcio Conrado”, concluiu.








