Circulam nas redes sociais áudios de Jean Oliveira, ex-aliado do deputado federal Gustinho Ribeiro, o qual afirma que o parlamentar financiava uma milícia digital contra o prefeito de Lagarto Sérgio Reis.
Nestes áudios, pessoas eram pagas pelo deputado para confrontarem adversários de Gustinho em grupos de Whatsapp e ataques a profissionais da imprensa que faziam críticas a ele e a então prefeita Hilda Ribeiro.
“Financiavam um grupo para estar nos grupos de WhatsApp propagando fake news, um grupo de mais de 50 pessoas e um secretário que hoje não faz mais parte do grupo político deles é que comandava esse esquema. Mais de 50 pessoas recebia mais de um salário mínimo uns recebia 2 mil, outros 3 mil, outros 1.500 e assim sucessivamente para estar denigrando os políticos propagando fake news na cidade de Lagarto”, relatou.
Ainda segundo ele, os nomes envolvidos constavam na folha de pagamento e outros em nomes de terceiro (como era o caso de Jean, segundo ele). Além dos áudios, Jean alega ter encontrado ‘prints’ de conversa com o deputado Gustinho Ribeiro, os quais revelam – inclusive – movimento de críticas ao governador Fábio Mitidieri, líder do agrupamento no qual o parlamentar faz parte.
Jean já esteve envolvido em outra polêmica no município de Lagarto. Ele foi acusado pelo de ameaças pelo atual prefeito de Lagarto Sérgio Reis, mas a Justiça do município arquivou o caso.
Em nota, o deputado federal repudiou a circulação do que classificou como “acusações irresponsáveis e sem qualquer comprovação que tentam, mais uma vez, associar seu nome a práticas que ele jamais cometeu ou autorizou”. Confira na íntegra:
Gustinho não integra, não financia, não coordena e nunca orientou qualquer estrutura voltada a ataques, intimidação ou disseminação de ódio. Transformar insinuações em fatos pode até servir a interesses políticos momentâneos, mas não resiste ao confronto com a verdade.
Causa estranheza que as acusações partam justamente de alguém cuja atuação recente na política local foi marcada por episódios de forte exposição pública, conflitos judiciais e mudanças abruptas de posicionamento. O mesmo personagem que ontem direcionava denúncias a outros atores políticos, hoje reaparece mirando Gustinho Ribeiro, sempre alegando possuir “provas” que nunca são submetidas ao crivo das instituições ou apresentadas de forma transparente à sociedade.
A população tem o direito de se perguntar: a quem interessa essa nova tentativa de criar desgaste artificial? Por que, após determinados embates políticos e judiciais ocorridos no passado, o foco das acusações muda de direção e passa a atingir o deputado federal? Coincidência ou estratégia?
Gustinho Ribeiro não aceitará que seu mandato seja alvo de jogos de bastidor, narrativas plantadas ou acusações levianas. Quem tem algo a dizer deve fazê-lo com responsabilidade, provas e respeito às instituições não por meio de espetáculos ou campanhas de difamação.
O deputado seguirá firme no trabalho e tomará todas as medidas cabíveis contra qualquer tentativa de atacar sua honra ou manipular a opinião pública.








