Sessão da CPMI do INSS termina em agressões físicas após aprovação de quebra de sigilo bancário de Lulinha

Uma sessão da CPI Mista do INSS terminou em agressões físicas nesta quinta, 26, após a oposição conseguir aprovar a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luís Inácio Lula da Silva.

O anúncio do resultado gerou revolta entre os aliados do governo, resultando em confusão com troca de socos entre alguns dos presentes. 

O deputado federal Luiz Lima (Novo-RJ) declarou que levou um dos golpes. Já o deputado Rogério Correa (PT-MG) admitiu ter desferido agressões e pediu desculpas posteriormente, enquanto o presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG), manteve a validade da votação. 

A Polícia Federal já havia solicitado essa quebra de sigilo em janeiro de 2026, com autorização prévia do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. 

Segundo informações do G1, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), pediu supressão do resultado após constatar um “contraste” na votação.

“No momento da votação tem um contraste. A imprensa tem essas imagens, a secretaria da Casa tem as imagens. O resultado da votação foi 14 a 7. A TV Senado mostra isso. O regimento é claro no sentido de que o contraste da votação simbólica se dá entre a maioria e minoria dos presentes”, afirmou Pimenta.

O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS, rejeitou o pedido, afirmando que o resultado foi conferido e é definitivo. 

Em resposta, parlamentares governistas recorreram formalmente ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para tentar reverter a decisão. 

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