A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira, 19, a Operação Galho Fraco para aprofundar as investigações sobre o desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares, por meio de contratos fraudulentos com uma locadora de veículos.
Durante a ação, cerca de R$ 400 mil em espécie foram apreendidos no flat do deputado federal e líder do Partido Liberal (PL), Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), em Brasília. Segundo investigadores, o dinheiro estava guardado em um saco preto dentro de um armário no imóvel, localizado na capital federal.
Ao todo, sete mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos no Distrito Federal e no estado do Rio de Janeiro. As ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Outro alvo da operação é o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), que se manifestou sobre o caso em suas redes sociais. Em publicação no Instagram, ele afirmou:
“Hoje, no aniversário da minha filha, a PF fez busca e apreensão novamente na minha casa, por determinação de Flávio Dino [ministro do STF]. Perseguição implacável!”
A investigação aponta que Jordy teria desviado recursos da cota parlamentar para uma empresa de fachada voltada ao aluguel de veículos. O parlamentar, no entanto, afirma que utiliza os serviços da mesma locadora desde o início de seu primeiro mandato e que a empresa também presta serviços ao deputado Sóstenes Cavalcante.
“É a mesma empresa que o deputado Sóstenes [Cavalcante, PL-RJ] aluga desde o início do primeiro mandato dele, assim como eu”, declarou.
*Com informações da Agência Brasil








