Sergipe recebeu 2.157 implantes contraceptivos subdérmicos, enviados pelo Ministério da Saúde (MS), para reforçar a estratégia nacional de ampliação do acesso a métodos de longa duração e alta eficácia para mulheres que desejam evitar uma gravidez não planejada.
Segundo o Governo do Estado, os dispositivos serão distribuídos aos municípios sergipanos habilitados. Os implantes oferecem proteção constante por até três anos, desde que a paciente atenda aos critérios de elegibilidade definidos pelo MS.
O novo dispositivo contraceptivo é classificado como de longa duração e reversível, distinguindo-se da laqueadura, procedimento irreversível. O implante é de fácil inserção, apresenta baixa taxa de rejeição e não exige acompanhamentos frequentes para verificar o posicionamento, como é o caso do Dispositivo Intrauterino (DIU).
Com a incorporação do implante subdérmico, o leque de métodos disponíveis pelo SUS no estado foi ampliado. Agora, além do DIU, que oferece proteção por até dez anos, também estão acessíveis o implante, os contraceptivos orais, o injetável e a camisinha.
Ainda de acordo com o Governo de Sergipe, 20 enfermeiros foram capacitados para realizar o procedimento de inserção do implante contraceptivo subdérmico. A formação contemplou aulas teóricas, atividades práticas em manequins e o treinamento técnico da inserção.
A perspectiva é de que o número de equipes aptas a realizar o procedimento em Sergipe seja ampliado após nova capacitação do Ministério da Saúde, a ser realizada no dia 2 de dezembro.








