A votação da chamada “PEC da blindagem”, realizada em dois turnos nesta terça-feira, 16, contou com o apoio de três parlamentares sergipanos: Gustinho Ribeiro, Rodrigo Valadares e Thiago de Joaldo.
Entre eles, Gustinho e Thiago já foram alvo de investigações. Gustinho possui condenação por improbidade administrativa, enquanto Thiago respondeu a processo que acabou arquivado.
O deputado lagartense Gustinho Ribeiro foi acusado de desviar verbas de subvenções da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) durante o mandato de 2011 a 2014. Ele foi condenado por improbidade administrativa, e em 2023 o Tribunal de Justiça de Sergipe manteve a decisão que determinou a perda do mandato. O caso, no entanto, segue tramitando em instâncias superiores, com a apresentação de recursos pela defesa. Além disso, Gustinho ainda responde a ação criminal por corrupção passiva.
Thiago de Joaldo chegou a ser preso durante a operação “Castelo de Cartas”, coordenada pela delegada Danielle Garcia. A investigação apurou fraudes em licitações no município de Itabaianinha, à época em que seu pai era prefeito. Thiago foi acusado de facilitar o esquema, mas acabou não condenado. Em 2018, o processo foi arquivado.
Na campanha de 2022, reportagens relembraram o episódio, e a assessoria de Thiago tentou derrubar algumas publicações na Justiça Eleitoral alegando se tratar de propaganda negativa com informações inverídicas. O pedido foi rejeitado pelo juiz, que considerou os fatos verídicos.
Já em relação ao deputado Rodrigo Valadares, não constam registros de denúncias ou investigações por corrupção.








