O vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro André Mendonça, foi sorteado nesta terça-feira, 20, para relatar o pedido apresentado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de abertura de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico.
A defesa aceitou a abertura à concordância do adversário no segundo turno, Flávio Bolsonaro (PL), em disponibilizar informações equivalentes sobre si próprio e sua família.
O pedido protocolado pela campanha petista abrange informações dos últimos oito anos, incluindo familiares e empresas vinculadas aos dois candidatos. A intenção é tornar os dados públicos antes da votação de domingo, 25.
A escolha de Mendonça atribui ao ministro a responsabilidade de examinar o pedido. A distribuição não significa que a Justiça Eleitoral tenha autorizado a divulgação dos dados ou reconhecido a possibilidade jurídica de impor a mesma providência ao candidato do PL.







