“O crime não escolhe data”, diz Katarina ao defender atuação da polícia durante período eleitoral

A candidata à reeleição para a Câmara dos Deputados, Delegada Katarina Feitoza (PSD), comentou durante entrevista nesta terça-feira, 22, à rádio Capital FM de Itabaiana, as críticas feitas por adversários políticos sobre as recentes operações que investigam a Secretaria Municipal da Educação de Aracaju. As críticas questionam a atuação da polícia durante o período eleitoral e levantam a possibilidade de motivação política nas ações.

Katarina defendeu que a polícia deve atuar durante todo o ano e destacou a importância do trabalho policial durante as eleições.

“A polícia tem que atuar e trabalhar em todos os períodos, em todos os momentos, especialmente no período eleitoral. Porque nós temos que garantir um pleito justo, tranquilo, onde as pessoas se sintam seguras em sair de casa para manifestar o seu voto, para manifestar a sua vontade. A polícia civil, a polícia militar, a polícia municipal, a polícia federal, todas as forças de segurança elas atuam para que nós, cidadãos e cidadãs, nós possamos ir e vir nas ruas, nós possamos manifestar as nossas vontades, a gente possa, dentro do equilíbrio, dentro do direito e das normas, a gente possa caminhar, ir e voltar, ter livre manifestação daquilo que a gente pensa”, destacou.

“Quando um crime acontece, o crime não escolhe data, não escolhe dizer que está no período eleitoral, que está próximo, que falta 15 dias, que falta um mês, que falta um ano. Não espera. E a polícia não pode esperar também para atuar”, acrescentou.

A candidata defendeu ainda o trabalho das forças de seguranças pública de Sergipe.

“Eu acredito e confio, e volto a reafirmar, o trabalho da nossa polícia sergipana é um trabalho impecável. Nossa polícia, ela é isenta, ela não tem lado A, B ou C. É uma polícia de Estado, não é uma polícia de governo. E sai para trabalhar”, defendeu.

Ao comentar as investigações, a candidata afirmou que os responsáveis pelas possíveis irregularidades devem ser responsabilizados.

“Os culpados que paguem, aqueles corruptos que sejam presos, que respondam pelos seus crimes, porque a corrupção é um mal que corrói o nosso país, ela precisa ser combatida mesmo, a verdade ela tem que ser esclarecida mesmo, doa quem doer”, concluiu.

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