A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu para que o Supremo Federal Federal (STF) reconheça que o decreto que realizou o reajuste de 15% os valores do Bolsa Família seja constitucional.
O pedido aconteceu nesta sexta-feira, 18, após o Governo Federal receber críticas pela medida ter sido efetuada diuas antes das eleições do 1º turno e do candidato à Presidência da República Renan Santos solicitar que o Tribunal Superior Eleitoral suspensa o aumento alegando a finalidade eleitoreira.
O piso antes era de R$ 600 e agora subiupara R$ 691. O reajuste passa a valer em outubro, com pagamentos a partir do dia 19, entre o primeiro e o segundo turno das eleições.
Segundo o Ministério do Planejamento, o aumento no Bolsa Família vai custar, em 2026, R$ 5,8 bilhões e, em 2027, o impacto do reajuste nas contas públicas será de quase R$ 23 bilhões.








