Renatinha destaca potencial do SEAP e defende implementação de Escola Marítima: “A gente não tem uma escola que capacita pra trabalhar offshore”

Iniciando a série de entrevistas com os candidatos ao senador por Sergipe, o Jornal da Fan, da Rádio Fan FM, entrevistou nesta terça-feira, 8, Renatinha Oliveira, candidata pelo partido Democracia Cristã.

Entre os assuntos, Renatinho falou sobre suas propostas para Sergipe, Na parte econômica, a candidata destacou como deve utilizar o programa Sergipe Águas Profundas para impulsionar a economia e gerar empregos.

“O trabalho que a gente quer fazer para aproveitar o Águas Profundas que está vindo aí, com tanto potencial de gerar emprego, gerar renda para a nossa população, de capacitar os nossos jovens. A gente tem um projeto muito bonito que é o da Escola Marítima, que eu como senadora não posso implementar, mas eu posso brigar por recursos para que a gente vá fazer isso a gente estruturar nosso estado para receber, por exemplo, indústrias, para que a gente não seja só um direcionado assim, a gente vai pegar a nossa matéria-prima e mandar para fora? Não, né? Eu não quero só a logística da matéria-prima, eu quero que a gente aproveite ela aqui, eu quero que a gente use esse gás mineral para as indústrias aqui em Sergipe, porque essas indústrias vão empregar os nossos jovens, vão empregar a nossa gente que também está precisando de emprego, emprego ainda é uma das nossas grandes questões”, comentou.

Renatinha defende a implementação da ‘Escola Marítima’ para a formação de mão-de-obra e qualificação profissional no estado.

“A gente vai lutar pra trazer pra cá a Escola Marítima. Porque a gente não tem, apesar da exploração do nosso litoral, a gente não tem uma escola que capacita a nossa gente pra trabalhar offshore. Pra quem não sabe, offshore é trabalhar embarcado, trabalhar em plataforma. Então é uma carreira muito legal, uma carreira muito bacana. E a gente capacita, a gente pode qualificar a nossa própria mão de obra. Porque hoje a gente traz mão de obra qualificada de fora. E a gente não tá entregando os nossos sergipanos pra trabalhar offshore. A gente tá trazendo mão de obra qualificada de fora. Então a gente quer qualificar a nossa gente pra trabalhar”, explicou.

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