Em entrevista concedida ao Jornal da Fan, da Rádio Fan FM, na manhã desta quarta-feira, 5, o vereador de Aracaju, Vinícius Porto, se posicionou e rebateu as acusações feitas pelo parlamentar Elber Batalha sobre uma suposta irregularidade envolvendo permissão de quiosque envolvendo o presidente da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), Hugo Esoj. A denúncia foi apresentada nessa terça-feira, 4, na tribuna da Câmara Municipal de Aracaju, durante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Concessões de Espaços Públicos, que investiga possíveis irregularidades na ocupação e administração de áreas públicas da capital.
Na ocasião, Porto reforçou que Hugo Esoj costumava frequentar o trailer citado na denúncia e mantinha uma relação de amizade com a permissionária. Isso porque, na denúncia feita na CMA foi apresentado um vídeo em que, supostamente, a permissionária era coagida a se retirar do espaço. “Tem vários notas que a proprietária guardou de de compras de sanduíche que ele Hugo ele frequentava lá. E ele chegou não foi de terno, de paletó, de gravata, com roupas, não. Ele chegou de chinelo, de bermuda e de camisa, chegou lá. E a filmagem tá clara, para bater papo com ela, para conversar com ela porque ela tinha uma relação com ele de amizade, respeito, de consideração”, afirma.
O vereador também explicou que a permissionária recebeu o trailer por meio de um procedimento administrativo que, posteriormente, foi considerado irregular por não ter passado pela análise do setor jurídico da Emsurb. Segundo ele, diante dessa situação, a decisão da empresa foi retirar a permissão tanto da empresária quanto do antigo permissionário. “Se houvesse tráfico de influência, a EMSURB diria o seguinte: que esse trailer deixaria de ser de Edna e voltaria para os braços de André. E não houve tráfico de influência algum, não houve perseguição alguma. Foi colocado que não seria mais nem de André nem de Edna. Aí, Dona Edna se sentiu prejudicada e foi à Justiça”, explica.
Sobre as questões envolvendo o aluguel dos equipamentos utilizados no trailer, Porto esclareceu que os itens continuam sendo de propriedade de Hugo Esoj e que nenhuma medida foi adotada para retirá-los do local, justamente para evitar interpretações de favorecimento após sua nomeação para a presidência da Emsurb.
“Os equipamentos ainda são dele, são dele ainda. E ele poderia, né, mas preocupado com que essa ação fosse, aí sim, fosse interpretada por alguém dizendo: “Olha, tá vendo aí? Ele agora é presidente, foi lá e mandou retirar todos os equipamentos, mandou fazer isso, aquilo” Não. Os equipamentos lá que estão hoje lá são eh eh são de Hugo ainda. E Hugo não fez não tomou nenhuma medida para que isso pudesse voltar para ele, para que não seja interpretada como como algo que seria eh algo que seria seria ruim para ele”, finaliza.








