Em entrevista ao Jornal da Fan nesta quarta-feira, 29, o jornalista Jackson, do K1 Notícias, esclareceu a apuração sobre o vídeo postado por ele na quinta-feira da semana passada, 23, que viralizou nas redes sociais ao mostrar ratos em cima de carnes comercializadas no Mercado Municipal de Itabaiana.
O jornalista detalhou como tomou conhecimento do fato e como se deslocou até o local para fazer o registro. “Vamos começar pelo marchante que me concedeu o vídeo, certo? O próprio marchante me enviou o vídeo por volta de 21h40, e aí ele disse: ‘Jackson, já não aguento mais ver tanto rato aqui no mercado’, aí eu disse: ‘pronto, eu estou indo aí’, aí ele disse: ‘pronto, eu não quero me identificar’, eu disse: ‘Não tem problema, pode ir embora. Eu vou aí agora e vou constatar isso in loco’. Me desloquei para lá, que estava até perto, estava próximo ao Calçadão. Chegando lá, me deparei realmente com a cena e aí eu, claro, na minha parte jornalística e de noticiar, claro, uma cena daquela não iria nunca deixar passar do nada como se não fosse uma matéria importante. Fui lá, publiquei. No outro day, pela manhã, já estava em todos os rádios, em tudo que era canto”, explicou Jackson.
O proprietário da página de notícias também rebateu os questionamentos levantados sobre a veracidade do vídeo exibido nas redes sociais.
“Aí vem um cidadão dizer que o rato foi encantado, foi domesticado, que o rato é manso, que o rato tava dormindo na minha cama”, declarou. “Caiu por terra, sabe como? O secretário Joãozinho do Lagamar (secretário municipal de Agricultura de Itabaiana) diz que tem as imagens do momento que o marchante grava o rato e tem as imagens de Jackson chegando no Mercado”, ressaltou.
Jackson completou afirmando que o problema no centro de abastecimento não era inédito, mas reconheceu a atitude adotada pelo prefeito Zequinha após a repercussão do caso.
“[É uma situação] que se repete sempre, mas vem o prefeito Zequinha, assume que tem a falha, mas também vai lá e diz o que, feito a ordem, chamou todo o seu secretariado e fizeram o que? ‘Vamos corrigir o erro’, é a coisa mais fácil do mundo”, concluiu o jornalista.







