O pré-candidato ao Senado pelo Republicanos, Eduardo Amorim, afirmou nesta segunda-feira, 20, durante a convenção que oficializou a pré-candidatura de Valmir de Francisquinho (Republicanos) ao Governo de Sergipe, que acredita em um “desejo de mudança” do eleitorado sergipano e defendeu que o grupo chega mais fortalecido para a disputa de 2026.
Segundo ele, o cenário é diferente do observado nas eleições de 2022 e a aliança de oposição está mais preparada para disputar o comando do Estado.
“O sentimento é que o desejo de mudança continua no povo sergipano. Agora realmente o time está mais forte, mais preparado, muito unido e sei que dessa vez vai acontecer. É o que eu vejo nas ruas e nas feiras”, afirmou.
Questionado sobre a situação jurídica de Valmir de Francisquinho e a possibilidade de a chapa enfrentar obstáculos na Justiça Eleitoral, Amorim demonstrou confiança de que a candidatura será mantida.
“Valmir está elegível. A Justiça está reconhecendo a elegibilidade de Valmir. Fizemos nossa convenção e agora é esperar o momento certo para ir às ruas conversar com as pessoas”, declarou. Ao ser perguntado se existe risco de a chapa não ser homologada, respondeu: “Não creio”.
Durante a entrevista, Amorim também voltou a criticar a concessão dos serviços da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), defendendo a revisão da medida caso o grupo vença as eleições.
“Nós nunca deveríamos ter vendido a Deso. Água é um patrimônio inestimável. Água é vida, é fundamental”, disse. O pré-candidato ainda afirmou que Sergipe precisa avançar em obras de infraestrutura e citou a ausência de rodovias estaduais duplicadas como um dos desafios do Estado.
Defesa da irmã
Amorim também comentou as investigações envolvendo a Secretaria Municipal da Educação de Aracaju, Edna Amorim, pasta comandada por sua irmã. O pré-candidato saiu em defesa da gestora e afirmou confiar na sua conduta.
“Quem conhece minha irmã sabe da honestidade dela. Coloco minha mão no fogo pela honestidade de minha irmã. Ela é uma pessoa íntegra, verdadeira, sonhadora e missionária. Sei que não tem nada a ver com isso”, declarou.







