Em 2024, Sergipe registrou crescimento de 5,9% no salário médio mensal, que saiu de R$ 3.093,39 para R$ 3.276, representando o maior salário médio mensal em reais da Região Nordeste. Entre as áreas, a que apresentou a melhor remuneração foi a indústria extrativa com salário médio de R$ 7.648,43 mensais.
Na epóca, havia 61.870 de empresas e outras organizações formais ativas, um aumento de 6% frente ao ano de 2023 e de 12% em relação ao ano de 2022.
O quantitativo de pessoal assalariado foi de 422.775 pessoas, registrando um aumento de 1,7% em relação ao ano de 2023 e 10,8% em relação a 2022. Os dados são do Cadastro Central de Empresas (CEMPRE), divulgado pelo IBGE nesta terça-feira, 30.
Do total de assalariados em Sergipe, 59,72% estavam em entidades empresariais; 35,45% na Administração Pública; e 4,73% em entidades sem fins lucrativos. Ainda entre o pessoal assalariado, 53,3% eram homens e 46,7%, mulheres. Em relação à escolaridade, apenas 23,4% possuíam nível superior.
O estado de Sergipe é um dos sete estados onde o salário médio das mulheres (R$ 3.216,32) foi pouco maior que o dos homens (R$ 3.124,49). No entanto, quando se é feita a média salarial somente em entidades empresariais, esse cenário se inverte: os homens recebem R$ 2.271,59 e as mulheres, R$ 1.983,27.
Já em relação à escolaridade, pessoas com nível superior (R$ 6.363,35) ganhavam quase três vezes mais em relação a quem não tinha esse nível de escolaridade (R$ 2.198,76). Já em Aracaju, a média salarial foi de R$ 3.726,72, a quinta entre as capitais do Nordeste. A capital com melhor renda salarial média foi Recife (R$ 4.182,41), seguida de Salvador (R$ 4.178,17) e Natal (R$ 3.963,97). Maceió (R$ 3.284,81) registrou a pior posição no ranking regional.
O maior percentual de empresas e outras organizações no estado de Sergipe é de Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (31,74%), seguido de Outras atividades de serviços (11,19%) e de Atividades profissionais, científicas e técnicas (8,97%).






