MPSE e Prefeitura de Aracaju realizam audiência pública para discutir implantação de Ecoponto no Mosqueiro

Foto: Ascom/Emsurb

Moradores do bairro Mosqueiro participaram, nesta quinta-feira, 11, de uma audiência pública para discutir a implantação de um Ecoponto na região. O encontro reuniu representantes do Ministério Público de Sergipe (MPSE), da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), lideranças comunitárias e moradores interessados no projeto.

Durante a audiência, foram apresentados detalhes da proposta e debatidos os possíveis impactos da instalação do equipamento, que deverá receber resíduos de pequenas obras, entulhos e materiais recicláveis. A população também teve a oportunidade de tirar dúvidas e sugerir alternativas para a implementação do espaço.

A criação do Ecoponto é apontada como uma medida para reduzir o descarte irregular de lixo e entulho, problema que ainda afeta diversas áreas da capital. A expectativa é que o equipamento contribua para melhorar a limpeza urbana e reduzir danos ambientais provocados pelo acúmulo inadequado de resíduos.

Segundo a Emsurb, áreas com condições adequadas para receber a estrutura estão sendo avaliadas. O órgão informou que o objetivo é oferecer à população um local apropriado para a destinação de materiais que normalmente acabam sendo descartados em terrenos, vias públicas ou áreas de preservação.

A promotora de Justiça Juliana Carballal destacou que a participação dos moradores é fundamental para a construção de soluções relacionadas à gestão de resíduos sólidos. De acordo com ela, a audiência permitiu ampliar o debate sobre os benefícios dos ecopontos e conscientizar a população sobre a importância do descarte correto.

Para o presidente da Associação de Moradores do Mosqueiro, Júlio Brito, a instalação do equipamento representa um avanço para a comunidade. Segundo ele, a iniciativa pode ajudar a reduzir problemas ambientais e oferecer uma alternativa adequada para o descarte de resíduos no bairro.

Ainda não há definição sobre a área onde o Ecoponto será implantado nem prazo para o início das obras.

Em nota, a Prefeitura de Lagarto informou que ainda não foi oficialmente notificada da decisão cautelar do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE). A gestão afirmou que, após ter acesso ao teor da medida, irá analisá-la e adotar as providências jurídicas cabíveis. O município também lamentou a decisão e destacou a importância do Festival da Mandioca para a economia local, citando a geração de empregos, renda e movimentação do comércio durante o período do evento. A administração reiterou que confia na legalidade dos procedimentos adotados.

A Prefeitura de Aquidabã ainda não se manifestou oficialmente sobre a decisão.

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