O diretor-presidente da Energisa, Roberto Carlos, foi entrevistado na edição do Jornal da Fan desta terça-feira, 2, e falou a concessão da empresa que aconteceu no dia 8 de maio.
De acordo Roberto, a concessão estava prevista para vencer em dezembro de 2027 e a renovação foi homologada por mais 30 anos pelo Governo Federal. “Como o setor de energia é um setor que investe capital de forma intensiva, já estava começando a prejudicar os investimentos para os próximos três anos”, explica.
Questionado sobre os pontos críticos do setor energético no pais ele respondeu: “Hoje a gente precisa se atentar a muitos eventos climáticos. Não sei se vocês perceberam, o Estado, nos últimos três anos, tem sofrido bastante com chuvas, tem chovido em períodos que, teoricamente, não são normais. Quantidade de raios também, a gente acompanha isso de forma intensiva. Então, de fato, essa é a nossa maior preocupação para cada vez melhorar a resistência das redes a esses eventos”, explica.
O estado de Sergipe possui 75 municípios, mas apenas 63 são atendidos com o serviço de energia. Os outros 12 estão sob responsabilidade da Sulgipe. Com a quantidade de municípios atendidos ela Energisa, somam-se mais 905 mil consumidores o que se aproxima de uma média de quatro pessoas por domicílio.
Ainda na entrevista, o diretor-presidente falou sobre a taxa mínima de energia. “Isso de fato tem. Então você paga uma taxa de disponibilidade referente a cem quilowatts. Essa é a taxa mínima que se paga para se manter aquela infraestrutura lá para poder em caso de necessidade se você utilizar”, explicou Roberto exemplificando o caso de um consumidor ter uma estrutura de energia solar e, em determinados períodos do dia, volta a consumir a energia elétrica.








