Governador anuncia medidas para “monitorar, cobrar e agir em cima da Iguá”

O governador Fábio Mitideri revelou, em entrevista ao Jornal da Fan desta terça-feira, 31, que foi criado um Grupo de Trabalho (GT) para avaliar as ações e obras da Iguá Saneamento por todo estado.

A medida foi tomada após discurso durante evento em Canindé de São Francisco, no qual Fábio garantiu que iria resolver os problemas que envolvem a empresa de saneamento do estado. “Quando eu faço o discurso em Canindé dizendo que o problema da água é real e eu estou aqui para resolver, é que estou aqui pelo meu povo de dar as soluções que eles aguardam”.

Fábio explicou que o governo “vai monitorar, cobrar e agir em cima da concessionária para que ela entregue as obras que se comprometeu”. Diante da necessidade, o governador explicou a decisão pela criação do Grupo de Trabalho.

“A primeira ação que a gente tomou foi criar um Grupo de Trabalho (GT) envolvendo a Deso, porque ainda tem que se dizer a verdade. Muitos dos problemas ainda são oriundos da Deso, já que a captação de água e tratamento são da Deso. Outros são da própria Iguá, e agora uma é irmã da outra, porque a Iguá só entrega água que a Deso lhe fornece. Um precisa do outro ali. Nós criamos um grupo de trabalho envolvendo a Adema, que também tem as licenças ambientais, que são por licença da Adema, Então colocamos um grupo do governo e da Iguá para monitorar diariamente as ações que cada um tem que fazer”, detalhou.

Além das ações do GT, Fábio também confirmou reuniões presenciais para melhor monitoramento e diálogos sobre o andamento de processos com a população.

“Quinzenalmente, eu estarei fazendo reunião presencial, e a partir daí, a minha ideia é que eu vá também à rua ver essas obras de perto, conversar com os engenheiros, entender, e mostrar isso à população. Porque a gente tem que ser muito direto, verdadeiro com as pessoas. E a partir daí, a minha ideia é que eu vá também à rua ver essas obras de perto, começar com os engenheiros, entender? E mostrar isso à população. Porque a gente tem que ser muito direto, verdadeiro com as pessoas. Porque, do contrário, as pessoas ficam com incerteza, em insegurança sobre o que está sendo feito”, avalia.

Fábio reforçou ainda que tem “obrigação de fiscalizar a Iguá” e que adotou as medidas para que seu discurso não fosse apenas político. “Eu falei lá, eu ia buscar a solução do problema, que esse problema é um problema que existe, que é um problema que quando o governador quer a obrigação mesmo de buscar os caminhos, eu vou pra prática, porque senão vira um discurso político. Eu não posso viver do discurso, eu sou governador. A oposição, ela promete, o governo realiza, o governo entrega, e eu sou cobrado ao final da gestão pelo que eu fiz e pelo que eu deixei de fazer”, pontua.



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