Oficina fortalece indicadores e qualifica vigilância das doenças transmissíveis em Sergipe

A Secretaria de Estado da Saúde de Sergipe (SES), por meio da Fundação Estadual de Saúde (Funesa) e da Escola de Saúde Pública de Sergipe (ESP-SE), realizou mais uma turma da Oficina de Qualificação dos Indicadores da Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmissíveis. A iniciativa integra as ações estratégicas voltadas ao fortalecimento da Vigilância em Saúde no estado, com foco na melhoria da qualidade das informações e no aperfeiçoamento das respostas diante dos agravos que impactam a população.

Voltada a coordenadores da Atenção Primária à Saúde e da Vigilância Epidemiológica dos municípios, a capacitação promoveu um espaço de troca de experiências, análise de dados e alinhamento de práticas. Durante a programação, os participantes aprofundaram conhecimentos sobre o uso adequado dos sistemas de informação em saúde, a qualificação dos registros e a leitura de indicadores, contribuindo para um planejamento mais eficiente e sensível às necessidades de cada território, especialmente em períodos de maior incidência de doenças transmissíveis.

A enfermeira Maria Antônia Medeiros, coordenadora da Atenção Básica do município de Riachuelo, destacou que a oficina contribuiu para fortalecer a integração entre as áreas e ampliar a capacidade de atuação das equipes. “A gente percebe que a capacitação é fundamental para aproximar a atenção primária da vigilância epidemiológica, começando pelos próprios profissionais. Aqui conseguimos identificar pontos que precisam ser aprimorados no nosso município e levar esse conhecimento para melhorar a qualidade dos nossos indicadores e das ações desenvolvidas”, afirmou.

A enfermeira Dilma Santana ressaltou que o momento formativo possibilita uma análise mais cuidadosa da realidade local e contribui diretamente para a organização do trabalho em equipe. “Essa capacitação está sendo muito importante para avaliarmos como estão os indicadores do nosso município e entender o que precisamos melhorar. A partir disso, conseguimos alinhar melhor o trabalho com as equipes de saúde da família e oferecer um atendimento mais qualificado aos usuários, com ações mais eficazes na prevenção e no cuidado”, destacou.

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