Neste final de semana, o ministro chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo, cumpre agenda no estado de Sergipe. Em entrevista ao Jornal da Fan, da rádio Fan FM, nesta sexta-feira, 17, ele detalhou compromissos que compõem sua passagem pelo estado.
Entre eles, Márcio citou uma reunião com o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgotos do Estado de Sergipe (Sindisan), que acontece neste sábado, 18.
“Eles me pediram uma reunião, nós vamos conversar um pouco sobre a pauta deles, a reivindicação sobre esse debate que está acontecendo aí, da Deso, então eu vou fazer uma visita a eles, vou conversar com eles, vou ouvi-los”, explicou o ministro.
Márcio Macêdo afirmou que possui posição política sobre a situação da companhia, mas que essa só deverá ser revelada após a reunião com o sindicato.
“Eu quero ouvir o sindicato amanhã, ouvir a pauta deles, ouvir a reivindicação, eu tenho uma posição política e vou explicitar amanhã depois da reunião com eles. Eu fui secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, nós organizamos esse sistema, o governo de Déda, quando eu era secretário, ganhou uma adutora do Alto Sertão pela gestão que nós fizemos nos Recursos Hídricos e Meio Ambiente, fui do conselho da Deso quando Déda era governador, conheço um pouco a realidade, tenho formação profissional nessa área”, completou.
Já no tocante à movimentação política para 2024 e as tratativas dentro do Partido dos Trabalhadores, Márcio se mostrou descrente na possibilidade de uma disputa interna.
“Em relação ao PT, eu não acredito que vai ter disputa não. Eu acho que o PT, na hora certa, vai se entender, se o caminho for ter uma candidatura própria, se for o desejo do conjunto da militância, se for a estratégia e a tática política do PT nacional, do PT estadual e do PT municipal, eu não acho que vai ter disputa não, acho que vai ser construído com consenso. O PT é um partido nacional, então tem que se levada em consideração a estratégia nacional do partido e a estratégia nacional do presidente Lula. Hoje é um outro cenário, nós governamos o Brasil, nada acontecerá nas capitais e nas grandes cidades do Brasil sem ter uma orientação do diretório nacional”, afirmou.
O ministro também reforçou que o PT compõe uma federação e que decisões sobre quadros devem ser dialogadas com as agremiações que dela fazem parte.
“Não é uma decisão única do PT. É uma decisão do PT, como principal partido da federação, mas conjuntamente discutida em acordo com os partidos da federação. Isso não é na força, nem na arrogância, nem na prepotência, isso é no diálogo, na construção coletiva. Esses partidos têm ajudado muito o presidente Lula, têm ajudado muito na gestão e na política, fazem parte da base de sustentação do presidente Lula”, finalizou.








