A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira, 26, a manutenção da bandeira tarifária amarela para o mês de julho, o que mantém o acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos nas contas de energia elétrica.
Segundo a agência, a decisão foi tomada devido ao período de estiagem no país, que reduz a capacidade de geração das hidrelétricas e exige maior acionamento de usinas termelétricas, consideradas mais caras.
Em nota, a Aneel destacou que o cenário atual exige atenção ao consumo e reforçou a necessidade de uso consciente da energia para evitar desperdícios e aliviar o impacto no orçamento das famílias.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 e funciona como um indicador das condições de geração de energia no Brasil, sinalizando custos extras que podem ser repassados aos consumidores.
Atualmente, o modelo é dividido em quatro níveis: bandeira verde, sem cobrança adicional; amarela, com custo moderado; vermelha patamar 1, com custo elevado; e vermelha patamar 2, aplicada em situações críticas, quando o custo da geração é ainda maior.
Em cenários excepcionais, a Aneel também pode adotar bandeiras extraordinárias, como ocorreu durante a crise hídrica de 2021.








