Aracaju está com baixo risco de infestação pelo mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Conforme o primeiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) do ano, o índice geral de infestação é de 0,9%.
O estudo foi realizado entre os dias 5 e 9 de janeiro e serve como ferramenta estratégica para mapear a presença do mosquito. O resultado representa uma redução de 10% no índice de infestação em comparação a novembro de 2025.
Dos 48 bairros da capital, 23 foram classificados como baixo risco e 25 como médio risco e nenhum bairro está em situação de alto risco. Apesar do cenário positivo, alguns bairros apresentaram índices que exigem maior atenção, como Japãozinho (3,2%), Jardins (2,5%), Luzia (2,4%) e Soledade (2,2%), todos ainda classificados como médio risco.
Segundo a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), enquanto no início de 2025 houve o registro de um óbito por dengue, em 2026 não há óbitos confirmados até o momento.
Conforme a pasta, os principais criadouros continuam sendo encontrados em ambientes domiciliares, como caixas d’água, tonéis, calhas, pneus, vasos de plantas, ralos, lajes, entulhos e resíduos sólidos.
Por isso, a orientação é eliminar água parada, manter reservatórios bem vedados, descartar corretamente o lixo, limpar calhas e ralos com frequência e cuidar de quintais e áreas externas. Também é fundamental que os moradores recebam os agentes de saúde.








