Neste domingo, 4, José Paulo de Araújo, de 93 anos, foi um dos mais de 158 milhões de brasileiros que saíram de casa para votar no 1° turno das eleições 2026.
José lembra que votou pela primeira vez em 1958 e, desde então, mesmo sem continua “cumprindo o seu dever de cidadão brasileiro”.
Ao dizer que “agora é muito diferente”, o entrevistado compara a votação eletrônica com a de 1958. Naquela época, o voto era em papel: o eleitor depositava na urna uma cédula impressa, sem teclado, tela ou confirmação digital.
A urna eletrônica só passou a ser usada em 1996, em parte das cidades, e chegou a todo o país em 2000. Para quem viveu essa transição, a mudança vai além da tecnologia: o ato de votar, antes mais manual e visível, hoje se resume a digitar números e apertar uma tecla.








