O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu nesta terça-feira, 29, encerrar a greve nacional dos empregados da Caixa Econômica Federal. Os ministros da Seção Especializada em Dissídios Coletivos do órgão determinou, por unanimidade, que o movimento iniciado em 10 de setembro não foi abusivo, e autorizou a compensação dos dias parados. A sentença estabelece os parâmetros de trabalho para os próximos dois anos.
O plenário do TST decidiu que os dias parados durante a greve nacional não serão descontados imediatamente, devendo ser compensados pelos trabalhadores.
O TST estabeleceu, de forma unânime, um reajuste baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado no último período, acrescido de 0,6% de ganho real, totalizando 4,31% de aumento.
O mesmo índice de correção será aplicado de forma linear sobre as demais verbas econômicas da categoria, o que inclui os valores pagos a título de auxílio-refeição, auxílio-cesta e demais benefícios previstos no acordo coletivo.
Em relação ao Caixa Saúde, o impasse do convênio médico foi pacificado com a fixação de um reajuste de 4,6% para o Saúde Caixa. A medida busca dar equilíbrio ao plano de saúde e barra a tentativa da direção do banco de promover reajustes profundos para cobrir a previsão de rombo em 2026.








