Em entrevista à reportagem do Jornal da Fan desta quinta-feira, 24, a prefeita Emília Corrêa falou sobre a eleição do biênio da Mesa Diretora da Câmara de Aracaju e a possível troca de secretariado após as eleições.
Ao tratar sobre o pleito interno da Câmara de Vereadores e a possibilidade de antecipação da votação para o início de outubro, Emília ressaltou a importância da independência entre os poderes e afirmou que o governo tem acompanhado as movimentações à distância.
“Em primeiro lugar, eu respeito muito a Câmara. Essa é uma decisão que passa pelos vereadores, essa decisão da eleição. Eu fico apenas avaliando, já conversei algumas vezes, mas não tem nada determinado da parte do Executivo por respeitar o Legislativo. Costumo fazer isso. Vamos aguardar o que vai ser feito, se vai ser agora, se não vai ser agora. O que eu ouvi dizer que ia ser agora, dia 1º, o que eu ouvi dizer, inclusive, eu não sei como está a situação, porque os vereadores, com certeza, tem uma organização, tem um planejamento, o regimento não proíbe que seja agora, mas até aqui eu não tenho confirmação disso. Acredito que a Câmara possa responder melhor. Entendo que essa é uma pergunta que deve ser feita à Câmara e vamos avaliar. Do nosso lado, não houve ainda, tem avaliado, tem acompanhado o movimento, mas a gente não tem invadido esse território. No momento certo, quem sabe”, pontuou a prefeita.
Questionada sobre o indicativo de apoio ao nome do vereador Isac Silveira, que era líder da bancada de situação na Casa até o mês de agosto, a gestora informou que o parlamentar apresentou a intenção de disputar a presidência, mas ressaltou que a definição ainda cumpre prazos de avaliação.
“O vereador Isaac chegou a conversar isso comigo, eu pedi a ele um tempo. Então eu estou dentro do tempo, não tenho uma confirmação ainda de forma oficial que a eleição já vai acontecer agora, no dia 1º. Então eu fico no aguardo, estou avaliando e estou no meu tempo”, explicou Emília.
Ao ser indagada sobre a possibilidade de promover troca no seu secratariado após as eleições de outubro, a prefeita indicou que a máquina pública passará por revisões estruturais e eventuais remanejamentos de quadros.
“Então, pós a eleição, eu vou rever algumas coisas em vários sentidos. Veja, gestão, não existe nada definitivo. Nem eu sou definitiva. Eu sou escolhida pelo povo para um tempo de quatro anos. A gente nunca sabe o que vai acontecer até antes dos quatro anos. Quando chegar, Deus vai levando e conduzindo a gente. Então, nem eu sou definitiva. Eu pretendo fazer algumas mudanças, com certeza. Pode ter remanejamentos, pode ter novidades, pode ter tanta coisa”, concluiu.








