A aeronave ultraleve que caiu nessa quinta-feira, 17, na zona rural de Macambira, era classificada como aeronave experimental, de acordo com registro da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O acidente provocou a morte do proprietário Oracio Jose dos Santos, de 61 anos.
Segundo informações do relatório da agência, a aeronave possuía o Certificado de Autorização de Voo Experimental (CAVE), que permite apenas operações experimentais sobre áreas não densamente povoadas. O certificado não autoriza operações com fins lucrativos nem voos em áreas urbanas.
De acordo com o Ministério de Portos e Aeroportos, atualmente, as operações permitidas para esse tipo de certificado são aquelas destinadas à pesquisa e desenvolvimento e ao treinamento de pilotos.
Além disso, o registro aponta que a aeronave tinha como propósito específico a operação de aeronave de construção amadora.
Segundo a Anac, esse tipo de aeronave é aquele cuja maior parte foi fabricada e montada por uma ou mais pessoas que realizaram a construção para fins próprios de educação ou recreação. As aeronaves de construção amadora podem ser produzidas a partir de projetos próprios ou adquiridos de terceiros, além de serem montadas a partir de conjuntos (kits).
A aeronave envolvida no acidente era um Ultraleger Mistral, fabricado em 1994, com capacidade para até dois passageiros. Conforme o registro da Anac, a aeronave foi adquirida em maio de 2025.








