A candidata ao Governo de Sergipe, Taty Cristina (Democracia Cristã) comentou em entrevista ao Jornal da Fan a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE) que deferiu o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP), permitindo que a legenda participe das Eleições 2026.
Segundo a candidata, a decisão foi necessária, especialmente por ser a única mulher na disputa pelo governo do estado.
“A decisão foi precisa, né? Porque hoje enquanto candidata, a única mulher ao governo do estado de Sergipe, eu tenho algo novo, algo diferente para as mulheres, para os homens, para os jovens, algo que eu já fazia com excelência e agora com mais assertividade. Eu já estava seguindo a minha agenda da candidatura e agora eu sigo com todas as forças, com o DRAP regularizado, e mostrando ao povo sergipano todas as minhas propostas”, afirmou.
Questionada sobre o impacto da falta de tempo de propaganda eleitoral na televisão, Taty afirmou que conta com o “voto de consciência” do eleitorado sergipano e aposta em outras formas de campanha. O Democracia Cristã não terá acesso ao tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão por não ter atingido a cláusula de desempenho prevista na legislação eleitoral.
“A gente sabe que hoje o meu voto é um voto de consciência, não é um voto comprado. É aquele voto que traz a valorização do povo sergipano, que realmente traz algo novo. Então, eu sigo com boa vontade, com carinho a gente sabe que chega lá. Minha campanha está sendo feita nas ruas, nas feiras, porque eu sou feirante e nas redes sociais”, respondeu a candidata.
Taty Cristina também destacou o apoio da direção nacional do Democracia Cristã à candidatura em Sergipe.
“Eu tô tendo todo apoio necessário do Democracia Cristã, porque enquanto única e majoritária sendo mulher, isso é muito mais que preciso. Então, isso é o mais importante e vem acontecendo tudo no seu tempo, como deve ser e de pouquinho pouquinho a gente chega lá”, afirmou.
A candidata também comentou algumas de suas propostas para o governo e defendeu políticas voltadas às mulheres e ao empreendedorismo.
“Hoje eu penso muito também nas aquelas mães atípicas que precisam ser valorizadas, que precisam ser acolhidas, ouvir vidas, porque elas precisam de emprego, de renda, de transformação, de capacitação. Também tem a questão do empreendedorismo, que hoje a gente sabe, por exemplo, a mulher empreendedora, ela não tem os seus sindicatos. Então, com certeza é uma das coisas que eu quero trazer, porque a gente precisa de linha de crédito, a gente precisa entender também como é que tá o microempreendedor. Hoje tem muitas mulheres que precisam cuidar dos seus filhos, precisam ficar dentro de casa, mas não tem uma renda, não tem um limite de crédito para poder colocar o empreendedorismo dela para frente”, concluiu.








