A prefeita de Aracaju, Emília Corrêa (Republicanos), comentou, na noite desta sexta-feira, 7, os rumores sobre uma possível mudança na liderança da gestão na Câmara Municipal de Aracaju, atualmente ocupada pelo vereador Isac Silveira (União Brasil). O nome do vereador Lúcio Flávio (PL), atual vice-líder, é apontado como possível substituto.
Emília afirmou que ainda não conversou com Isac sobre uma eventual saída da liderança, mas considerou positiva a possibilidade de alternância na função, especialmente diante do cenário político atual.
“Eu não tive nenhuma conversa ainda com Isac sobre a entrega da liderança. Mas, logicamente, essa alternância é interessante. Até porque é um momento bem delicado, um momento político em que a gente vai ter que ter muito cuidado. Muitas coisas surgirão, mas eu não tive nenhuma conversa”, afirmou.
Apesar de negar que haja uma definição, a prefeita elogiou Lúcio Flávio e indicou que o vereador pode assumir a liderança da gestão na Câmara.
“O nome do vereador Lúcio, que é vice-líder, é um nome bom para todas as coisas. A gente ainda vai estar conversando e definindo isso”, declarou.
Emília também ressaltou que qualquer mudança será discutida com o próprio Lúcio Flávio e destacou a atuação do parlamentar na Câmara Municipal.
“E nada vai passar sem ser ouvido Lúcio Flávio. Lúcio Flávio é um cara que tem combatido o bom combate ali na Câmara, e a prefeita jamais fará alguma coisa sem ouvi-lo. Mas não tem nada definido”, afirmou.
A prefeita disse ainda que tomou conhecimento da possível mudança pela imprensa e aproveitou para agradecer a Isac Silveira pelo trabalho desempenhado como líder da gestão, caso a saída da função seja confirmada.
“Fiquei sabendo pela imprensa que o vereador Isac [estaria deixando a liderança] e, aqui, eu aproveito para agradecer. Se realmente foi isso, já agradecer a ele”, disse.
Emília também avaliou que o momento político pode justificar uma mudança na liderança e fez referência ao fato de Isac possuir um grupo político próprio.
“Mas, nesse momento político, talvez seja necessário, até porque ele tem um grupo político diferente. Eu acho que ele quer canalizar para aquilo, e a gente compreende isso”, afirmou.








