Uma advogada sergipana denunciou ter sofrido um prejuízo estimado em R$ 3 mil após ter o carro danificado, supostamente por um flanelinha, durante os festejos juninos realizados no Orla de Atalaia, na Zona Sul de Aracaju.
De acordo com o relato da vítima, natural de Itabaiana, ela foi à capital na última quarta-feira, 24, para aproveitar a programação do Arraiá do Povo quando, ao tentar estacionar o veículo em uma via pública nas imediações do evento, foi abordada por um homem que atuava como flanelinha e teria exigido pagamento antecipado para permitir que ela deixasse o carro no local.
Segundo a advogada, ela se recusou a realizar o pagamento de R$ 25 reais e seguiu normalmente para curtir a festa. No entanto, ao retornar, encontrou o veículo com diversos arranhões espalhados pela lataria.
A suspeita é de que os danos tenham sido provocados como represália pela recusa em pagar o valor exigido, causando um prejuízo considerável.
Após o ocorrido, a vítima usou as redes sociais para informar que já adotou as primeiras providências legais e registrou um boletim de ocorrência.
“Já registrei o boletim de ocorrência, já tomei as medidas judiciais cabíveis, pelo menos nesse primeiro momento. Relatei tudo que aconteceu, já estou em contato com o pessoal da delegacia”, afirmou.
Indignada com a situação, ela criticou a atuação irregular de flanelinhas em espaços públicos e afirmou que pretende buscar responsabilização.
“Eu acho de um absurdo tão grande esses flanelinhas que eles se acham os reis da cocada preta. Eles acham que eu tenho que pagar para estacionar na via pública e que, se eu me recuso, ele ainda vai danificar meu carro e acha que vai sair por isso mesmo. Eu vou procurar esse cara e ele vai pagar pelo que ele fez”, declarou.
A advogada contou ainda que possui detalhes sobre as características físicas do suspeito e que está reunindo provas para auxiliar nas investigações.
Ela também informou ter entrado em contato com a equipe de um restaurante localizado nas proximidades de onde o carro estava estacionado, para verificar imagens de câmeras de segurança que possam ter registrado o momento da ação.
“Eu acredito que as câmeras de lá devam ter pego, pelo menos ou a cara do meliante ou ele até praticando o ato. Já estou em contato com o pessoal da delegacia e todas as medidas cabíveis estão sendo tomadas”, relatou.








