Defesa de César Dias diz que provará origem lícita de R$ 240 mil apreendidos

Foto: PC/SE

A defesa de César Dias, servidor da Prefeitura de Aracaju afastado na última terça-feira, 23, após a deflagração de uma operação da Polícia Civil de Sergipe que resultou na apreensão de cerca de R$ 240 mil em espécie, informou, nesta quinta-feira, 25, que apresentará documentos para comprovar a origem lícita dos valores apreendidos.

Em nota encaminhada à imprensa, a defesa afirma confiar na atuação técnica, imparcial e independente dos órgãos responsáveis pela investigação e destaca que o processo deve respeitar o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a garantia constitucional da presunção de inocência.

Segundo o advogado, a quantia apreendida possui origem “certa e lícita” e essa comprovação será apresentada à Polícia Civil e à Justiça de Sergipe. Após isso, a documentação também deverá ser divulgada publicamente, com o objetivo de afastar quaisquer dúvidas sobre a conduta do servidor.

A defesa ainda ressalta que respeita o trabalho da imprensa e a liberdade de informação, mas reforça que César Dias tem direito à presunção de inocência e manifesta confiança na condução imparcial das investigações em busca da verdade dos fatos.

Veja a íntegra:

O Sr. César Dias, vem a público por meio de seu advogado se manifestar acerca de fatos divulgados por veículos de comunicação relacionados à apreensão de valores em espécie ocorrida no dia 23 de junho de 2026.

Primeiramente, a defesa confia na atuação técnica, imparcial e independente dos órgãos responsáveis pela apuração dos fatos e reitera que eventual investigação deverá observar o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a garantia constitucional da presunção de inocência.

Sobre a quantia apreendida vem informar que possui origem certa e lícita e que irá juntamente com seu advogado comprovar perante a Polícia e a Justiça Sergipana a licitude e, posteriormente, tornará pública toda a comprovação, em vista de afastar qualquer dúvida sobre sua conduta de pessoa pública.

Respeitamos a imprensa e a liberdade da informação, porém, não renunciamos a presunção de inocência e reafirmamos confiança na investigação imparcial na busca da verdade real“.

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