“Eu fico feliz em estar representando [Sergipe] e eu fico esperançosa em ter outros sergipanos também”. A declaração foi dada pela atriz e modelo sergipana Ifébola Alaud, natural de Nossa Senhora do Socorro, que estreia em rede nacional nesta sexta-feira, 13, no último capítulo da novela “Eita Mundo Melhor!”, da TV Globo, interpretando a fase adulta da personagem Felícia.
A jovem concedeu entrevista ao Portal Fan F1 e contou que o convite surgiu após retomar os estudos de teatro e ser apresentada por uma agência a produtores de elenco. Ela destacou, também, que já participou de grupos culturais em Sergipe e sempre esteve imersa na arte. “Eu sempre gostei de participar das artes, de fazer circo quando era criança, dançar e participar de grupos culturais”.
E completou dizendo que se encontrou na atuação: “Percebi que é isso que eu quero fazer mesmo”.
Na trama, a atriz dará vida à fase adulta de Felícia, interpretada pela atriz mirim Marina Cypriano. Durante a entrevista, ela falou sobre a atriz: “Ela é incrível, muito fofa, inclusive a gente se parece demais. Parece a minha versão criança mesmo”. E exaltou a história da personagem: “É uma história muito bonita […]. Um casal de pais homoafetivos adotaram [a personagem], e isso trouxe mais essa camada para a história”.
Ifébola falou sobre a importância da representatividade e dos desafios que enfrentou na indústria: “É uma honra também representar meninas pretas que vieram do mesmo lugar que eu vim. Já ouvi muito sobre a minha aparência, sobre meus dentes, que eu não conseguiria chegar”.
Com felicidade, ela lembrou da importância do apoio familiar: “Minha família sempre me apoiou, sempre me amou e hoje está de longe vibrando junto comigo”. Sobre o momento da estreia, disse: “Eu estou muito ansiosa, está todo mundo muito ansioso. Todo mundo falando comigo: ‘É hoje, é hoje, é hoje!’”.
A atriz finalizou a entrevista destacando o potencial de Sergipe no cenário nacional: “Eu acredito que Sergipe é um berço cultural muito grande, tem artistas incríveis que eu acredito muito […] eu acredito que a gente tem esse espaço garantido para a gente aí nesse mundo cultural, nesse Brasil cultural afora”.







