A parcela de fevereiro do Bolsa Família começará a ser paga pela Caixa Econômica Federal a partir desta quinta-feira, 12, aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) que terminam com 1. Cerca de 18,8 milhões de famílias receberão o benefício esse mês.
Os beneficiários dos oito estados seguintes também receberão o crédito nesta quinta-feira, independentemente do dígito final do NIS: Amazonas, Bahia, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina e Sergipe, através do pagamento unificado para localidades em situação de emergência ou em calamidade pública, com valor mínimo de R$ 600.
Além do mínimo, há o pagamento de três adicionais:
- Benefício Variável Familiar Nutriz, com seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até 6 meses de idade;
- Acréscimo de R$ 50 do Bolsa Família para famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e;
- Outro acréscimo do Bolsa Família de R$ 150 a famílias com crianças de até 6 anos.
O pagamento costuma ocorrer nos últimos dez dias úteis de cada mês, mas com o Carnaval, os beneficiários do NIS de final 1 e 2 receberão logo na segunda semana de fevereiro.
Para consultar as informações sobre as datas de pagamento, o valor a ser recebido e a composição das parcelas, o beneficiário pode acessar o aplicativo Caixa Tem.
Regra de proteção
Além do benefício integral, cerca de 2 milhões de famílias estão na regra de proteção em fevereiro. Em vigor desde 2023, a regra permite que, mesmo com membros empregados, a família receba 50% do benefício que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba até meio salário mínimo, equivalente a R$ 810,50.
Desde junho do ano passado, o tempo de permanência na regra foi reduzido de dois para um ano. Mas quem entrou na regra até maio de 2025 continua a receber metade do benefício pelo período de dois anos.
Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família. O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período de reprodução dos peixes (piracema).
* Com informações da Agência Brasil.

Arte: Fan F1








