Durante entrevista concedida ao Jornal da Fan, da rádio Fan FM, nesta quinta-feira, 18, o prefeito de Lagarto, Sérgio Reis, falou sobre a medida do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE) que suspende a licitação de iluminação pública e denunciou possíveis perseguições.
Questionado sobre a medida, o prefeito afirmou que a denúncia é falsa a apontou que houve uma manobra do conselheiro Luiz Augusto Ribeiro para travar sua gestão à frente da prefeitura: “Nossa procuradoria já está tomando as providências. Sabe quem é do Tribunal de Contas? O pai do deputado Gustinho. O pai do deputado. Antes de tomar uma medida como essa, [deveriam] solicitar a informação do município. ‘Olhe, município, procede essa denúncia?. […] Isso implica em quê? Em uma falsa denúncia “
Sérgio também falou sobre a autoria da denúncia: “E sabe quem faz essa denúncia? não devia, mas eu vou falar: é um servidor da DESO. Encaminhei, inclusive, para o governador Fábio Mitidieri, de nome Ismael do Brejo, que mal sabe ler e escrever e você vê lá que é uma denúncia dele, ou seja, um servidor do estado”.
E completou: “A DESO é comandada pelo deputado Gustinho Ribeiro, apadrinhado dele, faz a denúncia anônima lá no Tribunal de Contas e aí o que é que acontece? Neste fato específico, o município não foi questionado para saber se procedia ou não. Já veio uma medida cautelar. Porque agora a gente vai mandar as informações e eu tenho certeza que a maioria dos conselheiros são sérios e com a verdade vão restabelecer o processo”.
Na oportunidade, o prefeito explicou as questões pessoais e políticas existentes, destacando que existe uma ação para impedir o julgamento: “Existe uma ação que tramita no Tribunal de Contas que eu peço que ele seja impedido de julgar os processos do município de Lagarto, porque é meu inimigo pessoal, é meu adversário político e tem interesse em destruir a administração e em fazer mal ao povo de Lagarto”.
E concluiu dizendo: “Isso não pode acontecer dentro do governo. […] como é que você pega um funcionário, bota na DESO (que mal trabalha) para ficar fazendo denúncias falaciosas contra o cidadão? Isso não pode estar acontecendo”.








