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Delegados contestam versão da jornalista Gleice Queiroz sobre aparelhos plantados na casa dela

Da redação

26/01/2024


Em entrevista coletiva, na manhã desta sexta-feira, 26, os delegados André Baronto e Thereza Simony contestaram a versão divulgada pela jornalista Gleice Queiroz, alvo de uma operação policial que apura um caso de furto na Secretaria de Estado da Educação (Seduc).

Segundo a Polícia Civil, durante as buscas, um notebook e um celular foram encontrados na casa da jornalista, que batem com os aparelhos desaparecidos das dependências da Seduc no ano passado.

Gleice Queiroz fez uma transmissão ao vivo em seu instagram e contou a sua versão. De acordo com ela, os aparelhos teriam sido plantados em seu apartamento.

Em face a essas afirmações, os delegados que estão à frente do caso, André Baronto e Thereza Simony, desmentiram a versão de Gleice e afirmaram que a investigação segue baseada em fatos.

“Isso não procede, porque esse celular foi utilizado… Se foi plantado, quem tem que explicar como foi plantado é ela. Plantado por quem? Porque o telefone subtraído estava sendo usado por ela. Em que momento foi plantado? E por que ela usou um telefone plantado? Um telefone que aparece em sua casa do nada, você vai usar? Você vai inserir um chip seu num telefone que apareceu do nada em sua casa? Isso é razoável?”, fez uma série de questionamentos a delegada Thereza Simony.

O delegado André Baronto também questionou a versão. “O celular estava sendo utilizado, efetivamente, por ela. Não apenas foi encontrado na residência. Era um celular que estava sendo utilizado pelo número pessoal dela. O celular, inclusive, foi entregue na busca de apreensão por ela. Informando que era um celular que ela estava utilizando. E a gente não está falando só do celular, mas o notebook também. Como é que o notebook aparece em minha residência? E aí eu começo a utilizar esse notebook? E, por coincidência, são os aparelhos que foram subtraídos e noticiados desde o início da investigação?”, perguntou.

Para Baronto, a versão apresentada pela jornalista não se sustenta. “Essa alegação não é razoável diante de todas as provas contundentes que existem no inquérito policial. Repito, isso é muito importante frisar. Nós partimos da investigação de um fato. Não foi de um autor ou de uma autora. A investigação conduziu a esse ponto”, afirmou.

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