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Operação Latência: Nova fase de ação conjunta prende oito investigados por tráfico de drogas

Da redação

09/05/2023


A Delegacia Regional de Propriá deflagrou a segunda fase da Operação Latência, nesta terça-feira, 9. A ação contou com a cooperação entre as equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar para cumprir 27 mandados de busca e apreensão e de prisão, contra investigados por tráfico de drogas nas cidades de Aracaju e Itabaiana. Na primeira fase, ocorrida no dia 5 deste mês, 13 investigados foram presos. Na segunda fase, oito investigados foram presos, dos quais seis em cumprimento a mandado de prisão e dois em flagrante.

A Polícia Civil iniciou as investigações após informações de que alguns suspeitos estariam traficando drogas, em Propriá. “Com as investigações, houve a confirmação do crime, bem como se descobriu a participação de vários outros suspeitos, o que culminou nesta operação, sendo que os suspeitos de Aracaju são indicados como fornecedores da droga enviada para o interior do estado”, revelou o delegado Rudiney Nunes.

A operação que contou com a participação de 80 policiais de diversas delegacias do estado, recebeu o nome de Latência, que significa algo que está oculto. O nome é uma referência a um fato curioso desta operação: das mais de 40 pessoas investigadas, apenas oito não exerciam atividade lícita em paralelo ao tráfico de drogas. Grande parte dos envolvidos nos crimes trabalhavam normalmente, alguns como empregados e outros como microempreendedores, o que acabou ocultando, durante um tempo, a prática ilícita que exerciam.

Primeira fase

A primeira fase teve como objetivo dar cumprimento a um total de 34 mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva, contra suspeitos de tráfico ilícito de drogas na região ribeirinha. Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de prisão e foram feitas três prisões em flagrante no decorrer da operação, totalizando 13 prisões. Os mandados foram cumpridos nas cidades sergipanas de Propriá, Neópolis, Cedro de São João e em Arapiraca, no estado de Alagoas. A maior parte das decisões judiciais foram cumpridas em Propriá. Com os suspeitos, foram apreendidas substâncias semelhantes à maconha e cocaína, além de balança de precisão, um aparelho celular e dinheiro oriundo da venda de entorpecentes.

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