Nesta sexta-feira, 21,  Dia da Árvore, uma gameleira localizada no Mosqueiro, nas proximidades da Orla Por do Sol, na Zona de Expansão de Aracaju, será tombada como patrimônio natural da capital. A solenidade acontece às 10h. O tombamento é uma iniciativa da  Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema) levando em consideração relatos da própria comunidade, que vê na árvore um grande potencial histórico para a região.

 

Aracaju tem seguido uma tendência mundial, conforme destacou Augusto César. “Há cidades que fazem o tombamento de áreas maiores, inclusive. Seguimos uma tendência mundial, que é chamar a atenção da população para a importância das árvores para o ecossistema, para o clima da cidade. É importante que a gente tenha esse grau de consciência”, reforçou.

 

Para que uma árvore seja tombada, toda uma avaliação é necessária junto à Sema. “É feito um levantamento da arborização de Aracaju e algumas espécies são verificadas por equipes da secretaria. Consideramos o dado histórico e fazemos toda a análise fisiológica, medimos o caule, medimos o porte da árvore e, a partir daí, temos uma noção de quanto tempo tem a árvore. Essas árvores são centenárias e têm um apelo histórico muito grande para a região, a exemplo do cajueiro e da mangueira do Inácio Barbosa. No surgimento daquele bairro já existia essas árvores e você percebe que a população preserva”, ressaltou o secretário municipal do Meio Ambiente, Augusto César Viana.

 

Outras árvores 

O tombamento de árvores teve início no mês de setembro do ano passado. As primeiras a serem reconhecidas como patrimônio ecológico foram um cajueiro e uma mangueira, localizadas no bairro Inácio Barbosa. O segundo ato de tombamento ocorreu no Museu da Gente Sergipana. Por lá, duas árvores da espécie Licania tomentosa, popularmente oitizeiros, receberam o título pelo fato de possuírem relevância histórica quanto aos aspectos ambientais, sociais, culturais e econômicos.

 

Fonte: PMA