Coronel Rocha aponta impeachment contra ministros do Supremo como bandeira e diz que “STF não deixou Jair Bolsonaro realizar o seu governo”

O pré-candidato ao Senado pelo PL, Coronel Rocha, afirmou nesta segunda-feira, 3, que pretende defender, se eleito, a bandeira do impeachment de ministros do Supremo que, em suas palavras, “desrespeitem a lei de responsabilidade. A declaração foi feita durante a convenção estadual do partido.

“A mais importante é voltar o equilíbrio na balança da democracia. Hoje, o STF manda praticamente no país todo. É um absurdo. O STF não deixou o Jair Bolsonaro realizar o seu governo em sua plenitude. Inclusive, prejudicou deliberadamente junto com o TSE, a candidatura de Jair Bolsonaro em 2022. Então uma das bandeiras principais da minha candidatura é promover o processo de impeachment contra os ministros do Supremo”, disse ele.

E complementou citando nominalmente alguns membros da Corte: “Principalmente o Alexandre de Moraes, que a mulher recebeu R$ 129 milhões do Banco Master sem ter assinado uma peça jurídica sequer, do Dias Toffoli, que colocou o irmão como laranja, e do Gilmar Mendes, que interfere e libera traficantes a 3×4”.

Citando o que deve defender com foco em Sergipe, como policial militar, Rocha citou foco na segurança pública

“Uma das minhas propostas de mudança legislativa é a extinção da audiência de custódia nos moldes que ela é feita hoje. Porque nós temos hoje traficantes sendo presos em flagrante e solto pela Justiça, assassinos, verdadeiros terroristas que são soltos em audiência de custódia. Estupradores, pedófilos. Tem gente sendo preso com um fuzil liberado em audiência de custódia, pedófilo, estuprador, assassino de mulheres sendo liberado em audiência de custódia. Então essa audiência de custódia precisa ser revista porque o brasileiro precisa sentir novamente a sensação de segurança, onde os criminosos efetivamente cumpram suas penas”, destacou.

Na oportunidade, o pré-candidato afirmou ainda que Sergipe amarga índice ruim no tocante à alfabetização.

“Nossas crianças são muito mal alfabetizadas aqui, o segundo pior índice. Educação não é escola nova com ar-condicionado. Isso é importante também, mas o importante é alfabetização, a gente não pode colocar jovens na universidade como verdadeiros analfabetos funcionais, que não sabem interpretar um texto, então a educação no Brasil precisa ser revista, e para mim toda transformação passa pela educação”, finalizou.

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