Em entrevista coletiva durante solenidade, a prefeita Emília Corrêa falou sobre o decreto assinado na última semana que determinou uma série de medidas para contingenciamento dos gastos na prefeitura de Aracaju.
Emília defendeu que a decisão está de acordo com a responsabilidade fiscal e justifica que os cortes estão sendo feitos em despesas considerada não obrigatórias.
“É fácil de explicar. O nome disso é responsabilidade fiscal, é cumprimento da lei de responsabilidade fiscal. Que veja, eu quero ampliar os trabalhos, ou melhor, os serviços para a população, para o povo de Aracaju Eu quero ampliar, eu quero priorizar esses serviços, isso a gente tem feito, ampliar o atendimento à saúde, como a gente tem feito, ampliar o atendimento e melhoria, melhor dizendo, a infraestrutura da cidade, ampliar equipamentos que fazem o nosso turismo. Então essa ampliação de forma responsável me remete a também segurar alguns gastos que não são tão prioridades assim”, disse a prefeita.
A chefe do executivo negou que a prefeitura esteja “quebrada” e entende que o corte destes gastos vai permitir que os gastos sejam revertidos em investimentos para a população aracajuana.
“Então reduz isso aí para ampliar serviços que servem para o povo, é isso, é apenas isso, é responsabilidade. Aí faz assim, ‘tá quebrada?’. Olha, eu quero dizer, pra quem usa determinados textos em relação ao decreto, é de uma desinformação, é de fake news, é de uma coisa tão feia, sabe? Porque a prefeitura tá quebrada ampliando os serviços de todo mundo? Vai assinar mais ordens de serviços, nós vamos pegar mais 15 ônibus elétricos, ou seja, formando 30, já são 99 ônibus climatizados. Aí isso, quando diz assim, a prefeitura tá em quebradeira, é muita irresponsabilidade”, expressou Emília.








