Polícia Civil prende trio e impede ataque de quadrilha especializada em fraude bancária em Sergipe

Foto: SSP/SE

A Polícia Civil de Sergipe prendeu em flagrante três homens suspeitos de integrar uma quadrilha interestadual especializada em fraudes eletrônicas contra instituições bancárias. A ação ocorreu na última terça-feira, 23, após uma investigação que identificou a atuação do grupo criminoso em agências no estado.

De acordo com as investigações conduzidas pela Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), os suspeitos circulavam por Sergipe com o objetivo de instalar dispositivos eletrônicos em caixas e sistemas internos de bancos. A intenção era invadir as plataformas das instituições financeiras e realizar transferências ilegais de valores.

Após receber informações sobre a movimentação do grupo, a polícia iniciou diligências para identificar os envolvidos e monitorar os deslocamentos. Durante a operação, os agentes flagraram os suspeitos no momento em que tentavam instalar um dos equipamentos em uma agência bancária.

Três homens foram presos na ação. Segundo a Polícia Civil, um deles é natural do Rio de Janeiro, outro da Bahia e o terceiro do Paraná. A investigação aponta que o grupo atua em diversos estados do país aplicando golpes semelhantes.

Apesar das tentativas de invasão, os bancos instalados em Sergipe conseguiram bloquear o avanço da fraude, e até o momento não há registro de prejuízo financeiro causado pelas ações criminosas no estado.

Com os investigados, os policiais apreenderam equipamentos eletrônicos utilizados no esquema, além de outros materiais que passarão por perícia e podem ajudar a identificar outros integrantes da organização criminosa.

Segundo o delegado Érico Xavier, a rápida resposta da equipe foi determinante para impedir que o crime fosse consumado. Já o diretor do Depatri, André Baronto, destacou a atuação conjunta entre a Polícia Civil, a Polícia Rodoviária Federal e as instituições bancárias, que compartilharam informações importantes para o sucesso da operação.

As investigações continuam para identificar toda a estrutura da organização criminosa e apurar a ligação do grupo com outros esquemas de fraude em diferentes regiões do país.

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