Em entrevista ao Jornal da Fan, da Rádio Fan FM, na manhã desta terça-feira, 9, o ex-prefeito de Itabaiana, Adailton Souza, respondeu ao questionamento sobre a possibilidade de ser suplente de Eduardo Amorim ou de André David nas eleições de outubro deste ano. Na ocasião, ele explicou que seu nome foi escolhido para coordenar a campanha de Valmir de Francisquinho, o que, segundo ele, o impede de tomar decisões políticas dessa natureza neste momento.
“É muito difícil eu tomar uma posição nesse momento de escolher, o suplente de de um pré-candidato ao Senado estando nessa missão de ser o coordenador geral da campanha. Então eu acho que essa decisão, ela tem que ser tomada mais na frente, mesmo porque também trabalhamos com muitas articulações políticas que poderão acontecer no futuro e a gente tem que fazer uma articulação, uma coligação com algum partido ou algum político de relevância, e que possa tá oferecendo a suplência de um dos dois, né, se os dois aceitarem. Então eu prefiro levar essa decisão lá para a frente, mesmo porque a gente continua com uma unidade muito boa dentro do do nosso agrupamento”, explica.
Ao ser questionado sobre a declaração do deputado estadual Thiago de Joaldo, que teria afirmado que Adailton já havia aceitado o convite de Eduardo Amorim para ser seu suplente, o ex-prefeito negou que qualquer definição tenha sido tomada.
“Eu acredito que o deputado Thiago Joaldo se equivocou na afirmação que eu tinha já dado ‘sim’ a Eduardo Amorim. Mesmo porque eu não dei o ‘sim’ a Eduardo, não dei o ‘sim’ao delegado André David. Existe essa toda a situação que eu falei para você aí como coordenador geral. Eu não posso tomar partido para um lado de um de um candidato que a gente vê que pode haver uma cisão antecipadamente se eu me declarar”, afirma.
Adailton reforçou que pretende manter a neutralidade enquanto estiver à frente da coordenação da campanha do agrupamento político. “Eu ou eu faço parte de uma chapa na suplência de senador ou eu estou como coordenador geral. Os dois é que eu não posso ser. Coordenador geral, ele não pode assumir um lado de um pré-candidato ao Senado. Eu acho que tem que tá isento.”, finaliza.








