Empregados do setor de supermercados de Sergipe relataram nesta sexta-feira, 20, ao Portal Fan F1, confusão, filas e condições inadequadas de estrutura na sede do Sindicato da categoria, no Centro de Aracaju, para entrega da carta a qual o empregado indica que não vai aderir à taxa assistencial.
Segundo os relatos, todos os anos os funcionários de supermercados, mercadinhos e hipermercados de Sergipe precisam levar o documento presencialmente para que o valor não seja descontado de forma automática no salário. “Isso aqui é como se fosse uma ditadura, é uma obrigação. Se você não trouxer a carta, é descontado no salário”, disse um dos denunciantes. Devido à grande quantidade de pessoas, houve reclamação pela fila, falta de cadeiras e o calor no local. Relatos apontam ainda que trabalhadores chegaram às 7h e ainda estão no local sem atendimento.
Além disso, segundo os denunciantes, membros do sindicato estavam tentando convencer os trabalhadores a pagarem a taxa assistencial. Outra reclamação é de que o sindicato estaria cobrando uma taxa de 8%, acima do reajuste da categoria definido em convenção coletiva, que foi de 6,8%.







