Ainda em entrevista ao Jornal da Fan nesta quarta-feira, 24, o prefeito de Itabaiana Valmir de Francisquinho foi questionado sobre possíveis ruídos com a prefeita Emília Corrêa e os debates envolvendo a liderança da oposição.
O prefeito de Itabaiana foi questionado sobre como ocorreu a definição de Emília como líder partidária e negou qualquer objeção. “Amorim me chamou e disse: Valmir, rem algum problema com você, Ícaro, se a gente der o partido a Emília? Eu disse: nenhum, zero. Não tenho vaidade nem machismo. Eu me coloquei, eu, o prefeito mais avaliado do estado de Sergipe nos últimos anos, nas últimas duas décadas. Eu não tenho vaidade”, respondeu.
Mas, ainda neste tema, Valmir mostrou ter alguns ressentimentos com Emília após o período de eleição. Nas respostas, o prefeito de Itabaiana não confirmou, mas transparece que há vaidade por parte prefeita de Aracaju. “Ela que tem que responder por ela. E o povo faça a avaliação”, declarou.
Depois, Valmir revelou poucos contatos e disse que seu grupo, o qual participou da campanha de Emília em Aracaju, não foi contemplado na gestão.
“Eu nunca fui chamado por Emília. Fui chamado outro dia e lá me perguntaram o que eu queria. Eu disse ‘nada’. Eu não quero cargo. Emília pensou que eu queria cargo? Eu não quero cargo, não. Eu só queria que Emília tivesse atendido as pessoas que caminharam comigo na eleição de prefeito dela. Eu disse a ela na fala que eu tive com ela. Eu disse ‘Emília, se você estiver achando que você quis falar comigo achando que eu queria cargo, eu não quero cargo com você, não”, revelou.
E complementou: “Nunca recebi um cargo, nem de gari, para dar para uma pessoa de Aracaju”. Questionado se faltou gratidão da prefeita, Valmir frisou: “Não sei, ela faça a avaliação. Não tô falando mal. Eu só vejo que as pessoas precisam ser vistas . Eu vim para a campanha e fiquei 15 dias aqui trancado. 6h da manhã nós estávamos na rua”, relembrou.
Ao final, Valmir ainda revelou que não Emília “nunca agradeceu” pelo período de campanha.








