Morreu nesta segunda-feira, 7, em Sergipe, o ambientalista e servidor público Lizaldo Vieira, aos 69 anos. A causa da morte não foi divulgada.
Nascido em Siriri e criado em Capela, Lizaldo construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com as causas sociais, ambientais e institucionais. Foi durante muitos anos servidor da Universidade Federal de Sergipe, onde atuou em diversas unidades da instituição. Também representou os técnicos administrativos nos Conselhos Superiores (CONSU e CONEPE) e foi dirigente do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos da UFS (SUNTUFS).
Para além da universidade, fundou o Movimento Popular Ecológico de Sergipe (MOPEC), contribuiu com o Fórum em Defesa da Grande Aracaju – no qual era membro, e integrou a Coordenação Nacional da Rede de ONGs da Mata Atlântica, com reconhecimento em todo o país por sua atuação em defesa do meio ambiente.
Lizaldo também se expressava pela arte: era poeta e lançou, em 2023, o livro “Travessia de um Deserto”.
A UFS publicou uma nota de pesar lamentando a morte do servidor aposentado e disse que o legado de Lizado “permanece vivo na luta por um mundo mais justo, sustentável e solidário.
Quem também se manifestou em nota de pesar foi o senador Rogério Carvalho. “Lizaldo foi um grande estudioso, cuja dedicação à causa ambiental e à luta sindical sempre inspirou aqueles que estiveram ao seu lado. Sua atuação firme, ética e comprometida deixa um legado que seguirá vivo na memória de todos que compartilham dos ideais que ele defendeu com tanta paixão. Sergipe perde um grande homem. Eu perco um amigo e companheiro de lutas, cuja presença fará imensa falta”, expressou Rogério.
O sepultamento está previsto para essa terça-feira, 8, às 10h, no município de Capela







