O papa Leão XIV não precisará passar por tratamentos adicionais contra o câncer de pulmão, informou o Vaticano nesta quarta-feira, 21. Os exames finais confirmaram que o tumor era um adenocarcinoma pulmonar e que a doença estava localizada.
Os resultados saíram dos exames histopatológicos e dos testes moleculares feitos no tecido retirado durante a cirurgia. Uma avaliação oncológica posterior concluiu que nenhum tratamento complementar é necessário.
No domingo, 18, o pontífice, de 71 anos, afirmou que retomaria gradualmente suas funções na Igreja Católica. Na ocasião, percorreu o Vaticano na parte traseira de um veículo e parou para conversar com visitantes.
O diagnóstico havia sido confirmado em 13 de outubro, a partir de exame realizado durante a cirurgia para retirada de um nódulo no pulmão.
O adenocarcinoma é um tipo de câncer que se desenvolve a partir de células glandulares, responsáveis pela produção e secreção de substâncias. Pode surgir em diferentes órgãos, como pulmões, intestino, mama e próstata.







