Em entrevista ao Jornal da Fan desta terça-feira, 13, o deputado estadual pelo PL, Luizão Dona Trampi, falou sobre a mudança e a sua condução à presidência do partido de Sergipe, que foi anunciado na última sexta-feira, 9, por meio das redes sociais.
Luizão agradeceu pelos votos conquistados no pleito para a sua candidatura a deputado federal e lamentou as situações que envolveram o PL durante a campanha eleitoral. “Infelizmente o partido deixou um pouco a desejar e aconteceu no que aconteceu, mas vida que segue, vamos seguir agora na luta, na nossa batalha, na condução do nosso partido, fazendo uma reformulação, reestruturando o partido, porque tá na hora da gente fazer do PL um partido grande aqui em Sergipe como é em todo o Brasil”. declarou.
Questionado sobre um possível acerto com o PL Nacional em relação a troca do comando do partido no estado independentemente do resultado na eleição, Luizão negou sobre o acerto. “Todo mundo acompanhou o que tava acontecendo no partido, a gente não podia esconder os fatos, o que vinha acontecendo. Todo mundo via a bagunça que se virou, candidatos sendo desprezados, a presidência [estadual] sem dar uma atenção especial aos candidatos, todo mundo acompanhou isso aí. Por isso que sempre falava na entrevista que o partido, após as eleições, ele teria que passar por uma reformulação, uma restruturação, não era precisamente do que eu tava planejando tomar partido, nada disso não”, destacou o atual presidente estadual da sigla.
Luizão também afirmou que o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, acompanhou a situação através das redes sociais e determinou que houvesse a troca do comando estadual, além de negar de querer tomar o comando da sigla em Sergipe. “O presidente Valdemar me ligou, me chamou para que fosse até Brasília e hoje, com essa questão das redes sociais, todo mundo interligado, o presidente Valdemar acompanhou tudo de perto o que aconteceu em Sergipe. Hoje ninguém faz nada escondido, todo mundo sabe o que aconteceu, presidente Valdemar acompanhou, inclusive, ficou muito chateado, pediu para que fosse lá em Brasília, eu fui para lá, ele sentou, conversou, de imediato, ele trocou a direção do partido, ele já me nomeou, colocou meu nome para como presidente, para coordenar a campanha do Flávio aqui em Sergipe. Mas em momento nenhum, eu procurei tomar o partido”, disse o deputado estadual.
Além disso, o ex-candidato a deputado federal falou que haverá uma avaliação depois do 2º turno se ele ficará ou não à frente do PL no estado. “Eu estou hoje com essa responsabilidade, depois das eleição, irei voltar lá em Brasília, sentar com o presidente Valdemar, e ele vai decidir o destino do partido, se continuo ou se não continuo, sou só um soldado. Não tenho vaidade nenhuma, não tenho desejo de passar por cima de ninguém, nem tenho essa vaidade de ter que ser eu. O partido tá a disposição o presidente da Nacional, Valdemar, ele é quem vai decidir quem vai dirigir o partido dele a partir de 2027”, afirmou.








